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| 12 de Maio de 2012 Resolução da Plataforma Nacional Contra a Extinção de Freguesias A Plataforma Nacional Contra a Extinção de Freguesias reunida no dia 12 de Maio de 2012 na Junta de Freguesia de Cristelo, Concelho de Barcelos, deliberou:
23 de Abril de 2012 A Plataforma Nacional Contra a Extinção de Freguesias reunida no dia 23 de Abril de 2012 na Junta de Freguesia de Asseiceira, Concelho de Rio Maior, considera que o governo ao entender continuar com esta Reforma Administrativa do Território não ouviu os autarcas, o povo e o movimento associativo. Uma Reforma só deve ser feita quando bem estudada e para melhorar algo existente. Esta Reforma Administrativa não assenta em estudos e pareceres e não vai melhorar em nada a representatividade das populações, a participação cidadã ou os serviços de proximidade prestados pelas autarquias. Mesmo depois da manifestação nacional em defesa das freguesias não houve pronúncia, ignorando o povo, a sua indentidade e a sua cultura. Tal surdez ameaça a paz social e pode inclusivamente conduzir a levantamentos populares e a estados de sítio. Com sentido de estado e com a responsabilidade que é reconhecida a todos aos autarcas de freguesia até porque conhecemos o país, alertamos para a desagregação social face ao diferente tratamento dado às populações e aos territórios, afastando o que é próximo extinguindo o que é essencial ao desenvolvimento do país. Feitos os considerandos a Plataforma Nacional Contra a Extinção de Freguesias deliberou:
Plataforma Nacional Contra a Extinção
de Freguesias 12 de Abril de 2012 A Plataforma Nacional Contra a Extinção de Freguesias reunida a 11 de Abril de 2012 na Freguesia de Boavista no Concelho de Leiria, decidiue discutiu:
Freguesia de Amor-Leira, Freguesia de Azoia-Leiria, Freguesia Bidoeira de Cima-Leiria, Freguesia de Boa Vista-Leiria, Freguesia de Cortes-Leiria, Freguesia de Alhos Vedros-Moita, Freguesia de Baixa da Banheira-Moita, Freguesia de Montelavar-Sintra, Freguesia de Valbom-Gondomar, Freguesia de São Pedro da Cova-Gondomar, Freguesia de Parada de Todeia-Paredes, Freguesia de Cossourado- Barcelos, Freguesia de Vila Seca-Barcelos, Freguesia de Cristelo-Barcelos, Freguesia de Arcozelo-Barcelos, Freguesia de Malaqueijo-Rio Maior, Freguesia de Fráguas-Rio Maior, Freguesia de Gançaria- Santarém, Freguesia de Vila de Marmeleira- Rio Maior, Freguesia de Asseiceira-Rio Maior. ![]() 27 de Março de 2012 - Artigo de opinião - Vamos falar de Poder Local Democrático! No rescaldo do referendo acerca da Regionalização Administrativa do Território Continental, o PSD, que foi contra a regionalização, sublinhou que "o futuro passaria por um aprofundamento da municipalização" e, por isso, apresentou como proposta a criação de mais municípios. Pasme-se o PSD apresentou várias propostas, argumentando que algumas freguesias estariam em condições de passar a concelhos! Sem estudos, sem pareceres, sem bom senso! ![]() 15 de Março de 2012 A Plataforma Freguesias Sim! Proximidade ao Serviço das Populações, reuniu hoje com o Movimento de Utentes dos Serviços Públicos MUSP, e conjuntamente abordarmos a proposta de lei 44/XII da autoria do Governo que prevê a extinção de muitas centenas de freguesias e consequentemente o encerramento de muitos serviços públicos. Foram discutidas as implicações e foi abordada a Manifestação Nacional de Freguesias, promovida pela Associação Nacional de Freguesias convocada para o dia 31 do mês corrente em Lisboa. O MUSP manifestou solidariedade com as autarquias rejeitando esta proposta de lei e colocou-se ao lado das Freguesias na defesa do interesse público ao afirmar que também irá participar na Manifestação Nacional. Cernache, 13 de Fevereiro de 2012 A Plataforma Freguesias Sim! Proximidade ao Serviço das Populações, o Movimento Freguesias Sempre e a Comissão de Freguesias do Concelho de Leiria, reunidos na Freguesia de Cernache, decidiram:
Cernache, Coimbra, 13 de fevereiro de 2012. A Plataforma Nacional J.F. Baixa Banheira(Moita), J.F. Santa Iria da Azóia(Loures), J.F. São Pedro da Cova e Valbom (Gondomar), J.F. Guifões e Leça Palmeira (Matosinhos), J.F. Parada de Todeia (Paredes), J.F. De Cortes (Leiria), e Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) Tomada de posição sobre a Proposta de Lei apresentada pelo Governo. Depois de analisada e estudada a Proposta de Lei nº 44/XII sobre a Reorganização Administrativa do Território confirmamos as nossas piores expectativas. Em primeiro lugar porque esta emana diretamente da proposta do livro verde e não tem em atenção as tomadas de posição das autarquias que o rejeitaram no Congresso da Associação Nacional de Freguesias e no Congresso da Associação Nacional de Municípios, bem como a tomada de posição de muitas assembleias de freguesia e de muitas assembleias municipais, que rejeitam o caminho apresentado, ao contrário do que a proposta de lei afirma, o que já de si mostra e bem, quais as boas intenções que aqui foram inscritas. Esta proposta de lei reafirma os objectivos fixados pelo governo, a extinção de 1/3 das Freguesias, cerca de 1500 Freguesias. Em segundo lugar porque esta proposta coloca claramente a decisão fora do alcance das autarquias. Estabelece os critérios/parâmetros e ordena às autarquias que cavem a sepultura das suas terras, enterrando os seus órgão de poder local democrático. E mais diz que se não o fizerem, a decisão será tomada por uma Comissão Técnica criada para o efeito. Levaram à letra as palavras do Ministro Miguel Relvas: "As Freguesias ou caem a bem, ou caem a mal". A questão central continua a estar nos objectivo da Reforma e não nos critérios! Não aceitamos os objectivo de redução de mais de 20 000 eleitos, o ataque ao emprego público jogando para a mobilidade ou para o desemprego os trabalhadores das Juntas de Freguesia a extinguir, a redução do serviço público às populações e a burocratização do estado, dificultando a vida aos portugueses e hipotecando o futuro do país! A proposta de lei substitui o conceito de critérios para o de parâmetros, dando-lhe uma nova roupagem, tentando imprimir um caracter mais cientifico aos objectivo estabelecidos, fixando quotas de extinção de freguesias que vão dos 50% aos 55% em malha urbana e dos 20% aos 35% no restante território. Por outro lado, a proposta de lei atenta diretamente contra o processo democrático, quando atribui às Assembleias Municipais a "competência" para decidir em concreto sobre a redução de freguesias, mas a sua "pronúncia" só será válida desde que esteja de acordo com os objectivos de redução de freguesias fixado pelo governo, e só considera os pareceres emitidos pelas Assembleias de Freguesia se estes forem concordantes com a redução prevista, ou seja, se não é a favor, não conta. Estes objectivo espelham claramente a postura de um governo que faz que ouve e que discute e, que afinal, decide a seu belo prazer não tendo em atenção os interesses e os anseios das populações, trabalhadores e do movimento associativo. Por último, acrescenta a figura da majoração de 15% sobre as transferências para as autarquias para fomentar a Reforma, tratando de forma igual o que é desigual, fazendo distinção entre freguesias, levando à letra o velho dividir para reinar! Os argumentos usados para justificar o objectivo de extinguir cerca de 1500 Freguesias são falsos e contraditórios. A extinção de freguesias não reforça a coesão nacional. Os tão falados ganhos de eficiência e de escala diminuem a proximidade e a relação com as populações e consequentemente a qualidade da resposta aos problemas locais o que não melhora em nada a qualidade de vida das populações e a qualidade dos serviços públicos! Lamentamos assim o autismo do governo e apelamos à luta de autarcas, trabalhadores, populações e dirigentes associativos, contra esta tentativa de concentração do poder e de burocratização do estado, que se materializa como o mais violento ataque a uma das maiores conquistas de Abril, o Poder Local Democrático! |
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A Plataforma «Freguesias Sim! Proximidade aos Serviço das Populações”
assume-se como espaço de intervenção cívica em defesa das freguesias e
do que elas significam enquanto expressão de identidade do nosso povo,
representação e defesa da vivência coletiva, fator de coesão social e
territorial.
Constituída por eleitos do Poder Local Democrático, representantes dos trabalhadores de autarquias e do movimento associativo popular, esta Plataforma assume uma clara atitude de oposição aos projetos de empobrecimento do Poder Local Democrático, de liquidação da sua expressão democrática e dimensão representativa que encontram na pretendida extinção de centenas de freguesias presente no denominado «Livro Verde para a reforma da Administração Local» ambicionada concretização. A Reforma Administrativa que está a ser apresentada por este governo, para além de não dar cumprimento à Constituição da República Portuguesa, criando as Regiões Administrativas, aponta as freguesias como alvo a abater. Consideramos que esta iniciativa acobertada pelo programa de agressão e submissão subscrita com a troika, visa, ao arrepio da Constituição da República, liquidar a autonomia das autarquias e reconstituir um modelo de dependência e subordinação existente até ao 24 de Abril. Estas intenções levaram à constituição desta plataforma que se opõe frontalmente a estas intenções. O nosso objetivo é defender as freguesias e logo, a identidade do nosso povo e a coesão social. É defender o serviço público e dignificar o trabalho. É lutar pelo direito à associação e a sua intervenção nas nossas comunidades. A Plataforma «Freguesias Sim! Proximidade ao Serviço das Populações» pretende pela sua intervenção assumir-se como um fator de dinamização da ação em defesa das freguesias e das populações que representam, um espaço de informação e divulgação da atividade promovida que converja para este objetivo, um elemento de animação e estímulo ao esclarecimento e divulgação de opinião vinculada à defesa do poder local democrático, à afirmação das freguesias no quadro da administração local, à promoção dos valores de proximidade e participação que só as juntas de freguesia, enquanto órgãos de poder e representação política, podem assegurar. Documentação:
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Membros que integram a Plataforma «Freguesias Sim! Proximidade ao Serviço das Populações»
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